sábado, 18 de janeiro de 2014

EUCALIPTO (eucalyptus)



Antibiótico natural

Eucalipto

Família: mirtáceas

Parte usada: Geralmente, o óleo essencial; mas também todas as outras partes da planta, apesar de mais fracas, revelam-se inteiramente eficazes.

Colheita: O óleo essencial é produzido comercialmente. Alguns herbalistas defendem a sua produção caseira, mas essa não é ainda uma prática comum. No entanto, o óleo essencial de eucalipto é barato e encontra-se facilmente. A planta cresce em todas as regiões temperadas do mundo, Nativo da Austrália, por acção do ser humano, disseminou-se por toda a parte.
A casca e as folhas podem ser colhidas em qualquer altura. Geralmente, use as folhas mais novas (coma forma de foice menos acentuada) e os ramos novos. Deve procurar as partes da árvore que apresentem um odor a bálsamo mais acentuado.

Acção: Antibacteriana, anti malária, antifúngica, antipirética, anti-séptica, estimuladora das secreções mucosas, contra a transpiração excessiva.

Activo contra: Malária, estafilococos dourados, shingela dysenteriae,  haemophilus influenzae, bactérias intestinais, escherichia coli, pseudomonas aeruginosa, cândida albicans, Klebsiella pneumoniae, salmonelas, helicobacter pylori. O óleo essencial é eficaz contra quase todos os micróbios.

Sobre o Eucalipto
O Eucalipto é eliminado do corpo pelos pulmões e pela urina. Deste modo, revela-se especialmente útil em infecções respiratórias e urinárias. Resultados de investigações efectuadas um pouco por todo o mundo confirmaram o eucalipto como um dos agentes de maior espectro contra doenças resistentes a antibióticos. Apesar de ter sido já prosseguido um grande número de pesquisas quanto aos seus efeitos nos animais, poucas tiveram incidência sobre os seres humanos, embora tenha sido usado desde sempre por povos indígenas e tenha vindo a ser adoptado por praticantes de medicina de muitos países. Uma das maiores vantagens do eucalipto é o do seu óleo essencial que reside no seu aroma agradável, sendo adequado para perfumar o quarto de uma pessoa que se encontre doente. Este odor revigorante da planta acaba por se revelar um poderoso auxiliar no processo de cura, por contribuir para atenuar a inevitável depressão que acompanha as doenças longas e graves.                      

Preparação e dosagem
As folhas podem ser preparadas para chá, pó, tintura, beberagem para bocejar, inalação nasal, vaporização, fumo ou lavagem. Em aromo-terapia, o óleo essencial é usado como inalante.

Chá: 25 gr para 237 ml de água; deixar ferver durante 30 minutos. Use como lavagem externa para feridas infectadas; internamente, consuma, o máximo de seis vezes por dia, no caso de constipações, dores de garganta, congestão brônquica, febres e arrepios.

Pó: Polvilhe as feridas ou a pele infectada, tão frequente e abundantemente quanto necessário.

Tintura: 1 parte de folhas frescas para duas partes de álcool a 95%, uma parte de folhas secas por cada 5 de álcool a 65%; deite de 10 a 30 gotas em água e use para as mesmas situações que o chá.

Bocejos: 30 gotas de tintura em 177 ml de água; boceje até 3 vezes por dia e ingira.

Inalação nasal: 30 gotas de tintura (ou 5 gotas de óleo essencial) em 30 ml de água; utilize como inalação nasal tantas vezes quanto as desejadas.

Vapor: Ferva 75 a 100 gramas de folhas em 4 litros de água; retire do lume e inale p vapor.

Fumo: No banho turco, sauna ou em cigarros de mortalha, em situações de dificuldades respiratórias.

Lavagens: Coloque 8 ml de tintura em 475 ml de água, faça uma lavagem por dia.

Óleo essencial: Coloque 10 gotas em água quente num jarro de gargalo estreito; inalar o vapor resultante. Em fase de doença, poderá ser introduzido num vaporizador ou diluído no banho.

Efeitos secundários e contra indicações
Se ingerido em quantidades superiores a 4 ou 5 gotas, o óleo de eucalipto poderá começar a revelar-se tóxico. O óleo poderá revelar-se irritante quando colocado directamente sobre a pele. A ingestão de chá em demasia pode provocar espasmos intestinais.

Alternativas ao eucalipto

Para situações fétidas: Utilizar casca de amieiro (Alnus)

Para acção anti-bacteriana interna: Utilize Alho

Como óleo essencial: óleo de Melaleuca (Melaleuca alternifólia) óleo de tea tree.
Recentes investigações clínicas revelaram que o óleo de Melaleuca é especialmente activo contra organismos provocadores de doença resistentes a antibióticos. Outros óleos essenciais que revelaram uma excepcional actividade antibiótica são os de alecrim, Aquileia, Absinto, extracto de semente de Toranja, Tomilho e Matricária. Um estudo recente relatado num encontro da Sociedade americana de microbiologia concluiu que os óleos essenciais são extremamente poderosos no tratamento da pneumonia. A conceituada investigadora Diana Horne revelou que os óleos essenciais de tomilho, pau-rosa e orégão, fazem com que as bactérias resistentes aos antibióticos, causadoras de pneumonias simplesmente “sejam aniquiladas”.

Fonte: Stephen Harrod Buhner

Até breve

Um abraço cheio de LUZ para todos vós.

José Cariano

Geobiologo

wjjak@hotmail.com

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

PARKINSON



DOENÇA DE PARKINSON

Guarda, 14 de Janeiro de 2014


Hoje vou falar-lhes da doença de Parkinson, a Doença de Parkinson e Alzheimer, entre outras, são duas doenças que venho investigando há já algum tempo e, todas as investigações que tenho feito as pessoas com esta doença, todas elas, estão sobre influência geopatica e, gostaria imenso de um dia ver, a nossa medicina tradicional, a debruçar-se sobre este assunto que para mim é de extrema importância. Todos os lugares que tenho investigado com pessoas com esta doença, são dos dois sexos, masculinos ou femininos e, são pessoas acima dos 50 anos, mas esta doença pode afectar qualquer pessoa de qualquer idade, desde que estejam muito tempo sobre a influência geopatica. Normalmente a zona afectada pela influência geopatica é a zona do plexo solar para cima. É de extrema importância as pessoas estarem atentas aos primeiros sinais, e quais são: pequenos esquecimentos, alteração de conduta, começarem a não conhecer a família. Se é certo que a perda de memória é uma característica natural do envelhecimento, mas, também é verdade que, a progressão da doença complica-se quando se está há vários anos, sobre stress geopatico, porque o stress geopatico, faz com que as células entrem em declínio e envelhecimento prematuro.

Deixo aqui uma opinião para os familiares destes doentes, falem com o vosso médico sem rodeios, sem medo, olhos nos olhos, sobre o stress geopatico, é importante fazerem um estudo geobiológico, antes de tomarem qualquer medicação. Toda a informação é importante, o estudo geobiológico pode significar uma melhoria muito acentuada do doente, dependendo muito do avançado estado da doença, de qualquer modo, é sempre conveniente retirarem a pessoa da influência geopatica. Não deixem de consultar o vosso médico, ele, saberá o tratamento que o doente necessita.

Aqui deixo uma informação sobre um tratamento natural, retirado de um livro de uma grande senhora, chamada Maria Treben.

Doença de Parkinson: Colocar num recipiente de Inox 1 litro de água a ferver, depois coloca duas colheres de sopa de flores de Aquilea noutro recipiente, coloca a água a ferver por cima da planta, deixa repousar alguns minutos e filtra. Faz um sumo das folhas do Trevo-azedo no liquidificador, depois filtra e guarda, depois para cada chávena de infusão de Aquilea coloca 3 gotas de sumo de trevo, toma 4 a 5 chávenas por dia. As gotas do Trevo-azedo devem ser diluídas em pelo menos três vezes a quantidade do líquido ou da infusão. Fazer fricções na coluna dorsal com o sumo fresco do Trevo azedo e do extracto de Aquilea, alternadamente.

Modo de preparação: Durante o dia aplicar sobre a parte posterior da cabeça, uma compressa impregnada com Bitter sueco (é um composto feito com álcool de cereais e ervas) ou produto Amargo sueco, com uma duração de 4 horas. Essas compressas não obrigam o doente a permanecer imóvel, ou deitado. Se além dos tremores, apresentar uma certa rigidez nos membros, cozer 200 gramas de tomilho e fazer banhos completos desta planta. A água do banho pode ser utilizada por mais três vezes, para isso terá que ser aquecida.

Fonte desta receita: livro de Maria Treben


José cariano

Geobiologo
wjjak@hotmail.com

sábado, 4 de janeiro de 2014

ANTIBIOTICO NATURAL



Guarda, 4 de Janeiro de 2014

EQUINACEA (Equinácea angustifólia e E. purpurea)

Familia: Compositas

Parte usada: flor ou raíz

Colheita: Para a Equinácea angustifólia: a raiz é colhida tanto na Primavera como no Outono. Para a Equinácea purpúrea: a flor é colhida depois das sementes amadurecerem no cone, mas, enquanto as pétalas das flores estiverem ainda presentes. Também se pode usar a raiz.

Acção: Estimulante da imunidade, anti-inflamatória, anti bacteriana, regularização celular.
Activa contra: Estafilococos dourados, estreptococos, mycobacterium (tuberculose), Células deficientes (torna-se necessário recorrer à aplicação directa).

Sobre a Equinácea
A Equinácea é impar no tratamento de três situações: Infecções uterinas anormais (papanicolaou), estreptococos na garganta e os muitos recentes surtos de gripes e constipações. É excepcionalmente útil noutras situações: como aditivo para os antibióticos em pó e em unguentos para uso externo em queimaduras, feridas e infecções da pele; como loção para mordeduras e picadas venenosas.
Infecções uterinas anormais: A equinácea pode corrigir facilmente uma displasia até ao estádio três. Quando entra em contacto com células que revelem características anormais, estas tendem a voltar ao normal relativamente depressa, desde que o tratamento decorra de forma rigorosa e consistente. Para esta situação concreta, nunca conheci nenhuma outra erva que apresentasse tão bons resultados.
Estreptococos da garganta: O contacto directo com o tecido do fundo da garganta de uma tintura de equinácea, misturada com a saliva, é um remédio certo para os estreptococos na garganta. A equinácea estimula activamente a saliva e adormece o tecido com que entra em contacto; torna-se ideal para esta situação ou face a qualquer outra infecção que provoque irritação ou inchaço na garganta. A sua aplicação torna-se eficaz se, mais uma vez, o tratamento for prosseguido de modo rigoroso e consistente. Em muitos dos casos em que se aplicou esta solução (incluindo um que envolveu um médico céptico) a garganta apresentava uma verdadeira cultura de estreptococos; geralmente, a cura dá-se no espaço de 24 horas.
Início de constipações e gripes: A equinácea deve ser usada logo no início de uma constipação ou gripe, quando se sente o primeiríssimo arrepio no corpo que assinala a aproximação dos sintomas. É nesta altura que se torna mais eficaz, mas, para alcançar resultados, deve ser tomada com frequência e em largas doses. Quando é tomada depois do aparecimento de todos os sintomas, verifiquei (em mais de dez anos de experiência clinica) que a equinácea não é eficaz, independentemente da sua provada capacidade para aumentar o número de glóbulos brancos no sangue. Normalmente, um tratamento agressivo nesta ponta da infecção resultará no impedimento da completa instalação tanto de constipações como da gripe, desde que o sistema imunitário se encontre relativamente saudável. Um sistema imunitário fraco, passado pouco tempo, deixará de poder evitar a doença, apesar de qualquer estímulo de que possa ser alvo (ver contra indicações).

Ferimentos externos: Devido à sua capacidade de corrigir as anormalidades dos tecidos, a equinácea é perfeita para esta aplicação; a experiência clinica a nível mundial revelou a sua eficácia nesta área. Quando aplicada em ferimentos externos, exerce um importante papel anti-inflamatório, antibacteriano e de normalização das células.

Picadas e mordeduras venenosas: É longa a história do sucesso da equinácea quando aplicada em picadas e mordeduras venenosas, desde as abelhas às de cobras cascavel ou escorpiões.
Infecções graves do sangue, (bacteremia): Apesar de não conhecer nenhum clinico moderno que tenha recorrido à equinácea para tratamento deste tão grave problema de saúde, médicos mais eclécticos e médicos botânicos que exerciam no início do século XX, usaram-na para este fim e, aparentemente, terão obtido êxito. A sua provada capacidade para estimular o número de glóbulos brancos do sangue parece incentivar o seu emprego em doses maciças neste estado de saúde.

Preparação e dosagem
A equinácea pode ser usada como tintura, chá, em pó, emplastros ou supositórios. Para fazer uma tintura, use flores frescas de equinácea purpúrea, uma parte de equinácea para cada duas de álcool a 95% (para a raiz seca da equinácea angustifólia, use 1 parte de equinácea para cada 5 partes de álcool a 70%.

Usos internos:

Dores de garganta: Uma pipeta cheia (30 gotas) de tintura com a frequência desejada, não menos que uma vez por hora e até os sintomas cessarem. Misture com a saliva e deixe escorrer lentamente sobre a área afectada ao longo da garganta.

Usos externos:

Picadas e mordeduras venenosas: Misture tintura de álcool em partes iguais de água e, lave abundantemente a área afectada durante 30 minutos.

Efeitos secundários e contra indicações
A equinácea é um estimulante. Em situações de exaustão da imunidade, poderá entravar o descanso necessário ou um estilo de vida mais saudável, o que poderá ter como resultado uma doença mais grave do que, por exemplo, se a constipação original tivesse podido progredir. A equinácea não deve ser usada se estiver a ficar muito enjoado e se a ela recorrer apenas para fins preventivos. Ainda raramente, após a toma de grandes doses durante períodos prolongados, poderão surgir dores nas articulações.

Fonte: Stephen Harrod Buhner

José Cariano
Geobiologo

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

INFORMAÇÃO



Guarda, 02/01/2014


Caros amigos e amigas, que seguem as minhas simples palavras neste Blog, a todos desejo um ano 2014 cheio de LUZ universal, para que todos sigamos em PAZ.

Para todos os meus amigos terapeutas, médicos, geobiologos e, a todos aqueles que trabalham com as medicinas complementares que, antes de iniciarem uma consulta ou um outro trabalho a nível da saúde ou bem-estar, na área da Geobiologia ou outra, façam um estudo prévio, sério, minucioso, para ver se, o ciclo energético está activo ou inactivo. Se o fizerem seriamente, estão a contribuir para a saúde de todo um povo e, contribuir para o seu sucesso profissional.

Antecipadamente peço desculpa a todos aqueles que lerem estas palavras, e, que se sentirem de algum modo ofendidos, as minhas desculpas, não o faço por mal, nem tão pouco por vaidade, nem por saber mais do que os outros, faço-o apenas por uma questão de informação.

Desde há muito, que faço estudos geobiológicos em várias áreas, em vários locais e, antes de fazer qualquer trabalho numa habitação, tenho o cuidado de saber se o ciclo da energia, está activo ou inactivo, qual o seu horário, o tempo de duração desse ciclo, caso esteja activo ou inactivo, é de primordial importância, harmonizar o espaço antes de fazer qualquer trabalho com as pessoas da casa, pois se, se não o fizer, por mais boa vontade que o técnico tenha, todo o seu empenho e esforço, será inútil, pois os resultados nunca serão fiáveis, a pessoa paga, continua na mesma e, a única coisa que perde é a geobiologia a radiestesia e, obviamente o prejuízo lastimável da pessoa, que para mim está acima de tudo. Sei que nem toda a gente consegue saber, quando uma energia está activa ou inactiva, mas, é uma questão de frequentar alguns cursos com pessoas competentes nesta área e, ter alguma sensibilidade para tal. Por favor, se não tiverem essa capacidade, não o façam, pois estarão a prestar um péssimo trabalho para a pessoa consultada e, um péssimo trabalho para desacreditar a geobiologia e radiestesia. Ao analisar cada pessoa, sei como devo proceder correctamente, no estudo pormenorizado da casa, isto no caso de uma habitação para seres humanos, pois que também há habitações para animais, para os quais já fiz alguns trabalhos. Ao analisar as pessoas que vivem nesse espaço, sei avaliar o estado geobiológico da casa e, é, muito mais fácil colocar as pessoas fora da influência geopatica. E mais, quando analiso uma pessoa, sei quais os órgãos afectados por uma ou várias geopatias.


Meus amigos, até breve


Um abraço de LUZ para todos vós.


José Cariano


Geobiologo.


Wjjak@Hotmail.com