quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

DIABETES



Guarda, 28/01/2014


DIABETES


Caros amigos leitores hoje, vou falar-lhes sobre a diabetes, esta doença que afecta milhares ou mesmo milhões de pessoas em todo o mundo, não escolhendo idade, nem sexo.

Mas antes de falar nesta doença, quero antes de mais, falar-lhes sobre a Geobiologia e o stress geopatico. Quando uma pessoa, está há muito tempo sobre uma geopatia, não importa a idade, nem o sexo, essa pessoa, mais cedo ou mais tarde, vai ser confrontada com o enfraquecimento do seu sistema imunológico, e de todos os sistemas, e daí até ao aparecimento da doença, a pessoa vai ficando cada vez mais debilitada, sem forças, sem vontade para nada, por vezes sentimo-nos como se fossemos um vegetal, começamos por ir várias vezes ao médico de família e, cansados já de ir tantas vezes aos médicos, vamos em último recurso ao médico particular na intenção de saber-mos qual a doença de que sofremos, mas infelizmente a resposta é sempre a mesma, é o sistema nervoso alterado, todos eles nos mandam fazer vários exames, mas o resultado é sempre o mesmo, o senhor, ou a senhora não tem doença nenhuma, os exames está tudo dentro dos parâmetros normais, voltamos para casa desiludidos. Mas o pior, é quando a nossa família, começa a não acreditar em nós, no mal-estar que sentimos e, aqui, tudo se começa a desmoronar, o nosso ânimo, a nossa vontade, começa a entrar numa espiral de desânimo e de desconforto, mas, vai-se vegetando, vamos suportando até ao limite das nossas energias, até que um dia já sem termos forças, nos levam para o hospital e, aí os exames médicos, revelam que temos uma doença grave, que pode ser Cancro, Leucemia, Diabetes, Parkinson, Alzheimer, Tuberculose, Asma, etc. mas ninguém se interroga do porquê, de estarmos vários meses doentes, de fazermos vários exames e não aparecer nada nos referidos exames, e, de um momento para o outro a doença declara-se e, muitas vezes já sem hipótese de cura, ou na melhor da hipótese ter uma recuperação muito dolorosa e prolongada e, mais, se depois de uma intervenção cirúrgica, regressar ao mesmo local onde dormia, a recuperação é ainda muito mais difícil. Muitas vezes, tenho enfatizado este assunto, que para mim é de extrema importância, saber-mos o local onde dormimos e, onde trabalhamos, é de facto, aí, que as doenças se desenvolvem, isto é, se estivermos sobre stress geopatico. As doenças só se desenvolvem quando os nossos sistemas entram em declínio energético, derivado ao muito tempo e há grande quantidade de radiação electromagnética a que estivemos expostos.

Falando agora da Diabetes, no tempo em que eu me criei, não havia diabetes, ou se aparecia um caso ou outro, era muito raro, mas há uma razão para isso, infelizmente, de uma maneira geral, não havia excessos de alimentação, e a alimentação que comíamos, embora pouca, mas era de qualidade. As hortaliças, as frutas e todos os vegetais, eram criados com nutrientes de origem animal, não havia excesso de nutrientes colocados na agricultura, como há hoje.

Hoje temos muita abundância de alimentação, mas de qualidade duvidosa, pensamos que vivemos melhor, mas temos mais doenças, os supermercados estão abarrotados de guloseimas mas, saímos de lá e contraímos a diabetes, temos muita abundância de carnes, mas temos o colesterol elevadíssimo, temos muita variedade de peixes, mas, apanhamos ácido úrico. Temos muita água engarrafada, mas quase toda ela, com um Ph ácido etc. etc.. Comemos gorduras a mais, entupimos as nossas artérias e, morremos de enfarte.

Nos tempos actuais, a diabetes é uma doença que cresce de tal maneira que junto com o enfarte e o cancro, está entre as primeiras do mundo. A causa desse mal é a alimentação excessiva e inadequada de muitas pessoas, especialmente as crianças. Desse modo, não somente os adultos mas, infelizmente, também muitas crianças sofrem nos dias de hoje de doença pancreática e, consequentemente, de diabete. Isso significa que as crianças têm de abster-se de todos os prazeres da infância, seguir uma dieta rigorosa e, às vezes, viverem na dependência da insulina e, terem que se injectar duas ou três vezes por dia, ou seja, crianças da mais tenra idade têm sido vítimas da doença. O número excessivo de doenças que hoje temos, demonstra que nem sempre a abundância é sinónimo de bem-estar. Temos de diminuir a porção de alimentos que ingerimos e, ingerirmos alimentos de qualidade, evitando uma alimentação excessiva.

Indico, para todos os diabéticos, remédios que estimulam a actividade do pâncreas, eliminando dessa forma a causa desse mal. O grande médico naturista, padre Kunzle, escreveu: A diabetes é curada muito rapidamente com as seguintes plantas medicinais:


Três partes de Cariofilada (Geum alpina)


Uma parte de folhas de Amora preta (Morus nigra)


Uma parte de folhas de Mirtilo, também conhecida como Uva-do-monte


Três partes de Cinco em rama


Duas partes de feijão, vagem que pode ser verde ou seca, (Phaseolus vulgaris)


Estas cinco plantas, devem ser cortadas e, misturas umas com as outras, depois adicionar uma colher de chá bem cheia para cada ¼ de litro de água.

Para cada litro de água fervida deve levar uma colher de sopa cheia.

Como fazer: Colocar um litro de água num recipiente que deve ser de inox, nunca alumínio, deixe ferver a água e, depois coloca as ervas noutro recipiente, que pode ser de vidro ou inox e coloca a água a ferver por cima das ervas, deixa repousar três minutos, coa e, guarda num recipiente de vidro, nunca de plástico.

Dose diária recomendada, varia de um litro e meio a dois litros diários. O efeito terapêutico das folhas de Mirtilo depende muito da altura em que se colhem as folhas, esta colheita deve ser sempre antes da maturação do fruto. Nessas condições, são um medicamento clinicamente comprovado contra a diabete. Está comprovado que a mirtilina contida nas folhas, antes da maturação dos frutos, não apenas reduz o índice elevado de açúcar, como consegue eliminar a doença por completo. A mirtilina das folhas do Mirtilo é com toda a razão chamada de “insulina vegetal”. Apesar das excelentes virtudes das folhas do Mirtilo, todo o tratamento com essa infusão, deve ser feito sob controlo médico.

Para baixar o nível de açúcar recomenda-se o Aipo, assim como o sumo de Chucrute (repolho fermentado), que figuram entre as antigas medicações naturais. Cenoura crua, Cebola e Alho, comidos crus todos os dias, contribuem igualmente para diminuir o nível de glicémia.

Eis outro remédio caseiro: colocar 4 colheres de sopa de folhas de Mirtilo, (se possível, devem ser sempre colhidas, antes da maturação do fruto) coloca-las dentro de um recipiente com dois litros de água fria e levar ao fogo e deixar reduzir a água a metade. Desse cozimento, tomar três chávenas por dia. O Cálamo aromático, por ser um bom remédio contra todas as doenças do pâncreas, também ajuda a curar a diabetes. Colocar num recipiente com água uma colher de chá rasa desta raiz e, deixe macerar durante a noite, no dia seguinte aquecer ligeiramente e passar pelo coador. É necessário beber um gole antes e outro depois das refeições, ou seja seis goles ao dia. Toda a pessoa diabética poderá comprovar o bom resultado destes seis goles diários.

No início da Primavera o Dente de leão (Tarraxacum oficinal), começa a aparecer com as suas folhas tenras por todo o lado, as suas folhas, flores, talos e raiz depois de colhidas e bem lavadas podem ser consumidas em salada. Os diabéticos deveriam comer diariamente esta maravilhosa planta em salada todos os dias.

Para além destas plantas há muitas outras para curarem esta doença, como o Visco albo, a raiz da chicória, o extracto de ervas suecas, o sumo fresco do pepino etc..

Mas, para além disto tudo, como referi no início, uma das coisas mais importantes é não estarmos sobre a influência geopatica.


Até breve


José Cariano


Geobiologo


Mail: wjjak@hotmail.com








sábado, 18 de janeiro de 2014

EUCALIPTO (eucalyptus)



Antibiótico natural

Eucalipto

Família: mirtáceas

Parte usada: Geralmente, o óleo essencial; mas também todas as outras partes da planta, apesar de mais fracas, revelam-se inteiramente eficazes.

Colheita: O óleo essencial é produzido comercialmente. Alguns herbalistas defendem a sua produção caseira, mas essa não é ainda uma prática comum. No entanto, o óleo essencial de eucalipto é barato e encontra-se facilmente. A planta cresce em todas as regiões temperadas do mundo, Nativo da Austrália, por acção do ser humano, disseminou-se por toda a parte.
A casca e as folhas podem ser colhidas em qualquer altura. Geralmente, use as folhas mais novas (coma forma de foice menos acentuada) e os ramos novos. Deve procurar as partes da árvore que apresentem um odor a bálsamo mais acentuado.

Acção: Antibacteriana, anti malária, antifúngica, antipirética, anti-séptica, estimuladora das secreções mucosas, contra a transpiração excessiva.

Activo contra: Malária, estafilococos dourados, shingela dysenteriae,  haemophilus influenzae, bactérias intestinais, escherichia coli, pseudomonas aeruginosa, cândida albicans, Klebsiella pneumoniae, salmonelas, helicobacter pylori. O óleo essencial é eficaz contra quase todos os micróbios.

Sobre o Eucalipto
O Eucalipto é eliminado do corpo pelos pulmões e pela urina. Deste modo, revela-se especialmente útil em infecções respiratórias e urinárias. Resultados de investigações efectuadas um pouco por todo o mundo confirmaram o eucalipto como um dos agentes de maior espectro contra doenças resistentes a antibióticos. Apesar de ter sido já prosseguido um grande número de pesquisas quanto aos seus efeitos nos animais, poucas tiveram incidência sobre os seres humanos, embora tenha sido usado desde sempre por povos indígenas e tenha vindo a ser adoptado por praticantes de medicina de muitos países. Uma das maiores vantagens do eucalipto é o do seu óleo essencial que reside no seu aroma agradável, sendo adequado para perfumar o quarto de uma pessoa que se encontre doente. Este odor revigorante da planta acaba por se revelar um poderoso auxiliar no processo de cura, por contribuir para atenuar a inevitável depressão que acompanha as doenças longas e graves.                      

Preparação e dosagem
As folhas podem ser preparadas para chá, pó, tintura, beberagem para bocejar, inalação nasal, vaporização, fumo ou lavagem. Em aromo-terapia, o óleo essencial é usado como inalante.

Chá: 25 gr para 237 ml de água; deixar ferver durante 30 minutos. Use como lavagem externa para feridas infectadas; internamente, consuma, o máximo de seis vezes por dia, no caso de constipações, dores de garganta, congestão brônquica, febres e arrepios.

Pó: Polvilhe as feridas ou a pele infectada, tão frequente e abundantemente quanto necessário.

Tintura: 1 parte de folhas frescas para duas partes de álcool a 95%, uma parte de folhas secas por cada 5 de álcool a 65%; deite de 10 a 30 gotas em água e use para as mesmas situações que o chá.

Bocejos: 30 gotas de tintura em 177 ml de água; boceje até 3 vezes por dia e ingira.

Inalação nasal: 30 gotas de tintura (ou 5 gotas de óleo essencial) em 30 ml de água; utilize como inalação nasal tantas vezes quanto as desejadas.

Vapor: Ferva 75 a 100 gramas de folhas em 4 litros de água; retire do lume e inale p vapor.

Fumo: No banho turco, sauna ou em cigarros de mortalha, em situações de dificuldades respiratórias.

Lavagens: Coloque 8 ml de tintura em 475 ml de água, faça uma lavagem por dia.

Óleo essencial: Coloque 10 gotas em água quente num jarro de gargalo estreito; inalar o vapor resultante. Em fase de doença, poderá ser introduzido num vaporizador ou diluído no banho.

Efeitos secundários e contra indicações
Se ingerido em quantidades superiores a 4 ou 5 gotas, o óleo de eucalipto poderá começar a revelar-se tóxico. O óleo poderá revelar-se irritante quando colocado directamente sobre a pele. A ingestão de chá em demasia pode provocar espasmos intestinais.

Alternativas ao eucalipto

Para situações fétidas: Utilizar casca de amieiro (Alnus)

Para acção anti-bacteriana interna: Utilize Alho

Como óleo essencial: óleo de Melaleuca (Melaleuca alternifólia) óleo de tea tree.
Recentes investigações clínicas revelaram que o óleo de Melaleuca é especialmente activo contra organismos provocadores de doença resistentes a antibióticos. Outros óleos essenciais que revelaram uma excepcional actividade antibiótica são os de alecrim, Aquileia, Absinto, extracto de semente de Toranja, Tomilho e Matricária. Um estudo recente relatado num encontro da Sociedade americana de microbiologia concluiu que os óleos essenciais são extremamente poderosos no tratamento da pneumonia. A conceituada investigadora Diana Horne revelou que os óleos essenciais de tomilho, pau-rosa e orégão, fazem com que as bactérias resistentes aos antibióticos, causadoras de pneumonias simplesmente “sejam aniquiladas”.

Fonte: Stephen Harrod Buhner

Até breve

Um abraço cheio de LUZ para todos vós.

José Cariano

Geobiologo

wjjak@hotmail.com

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

PARKINSON



DOENÇA DE PARKINSON

Guarda, 14 de Janeiro de 2014


Hoje vou falar-lhes da doença de Parkinson, a Doença de Parkinson e Alzheimer, entre outras, são duas doenças que venho investigando há já algum tempo e, todas as investigações que tenho feito as pessoas com esta doença, todas elas, estão sobre influência geopatica e, gostaria imenso de um dia ver, a nossa medicina tradicional, a debruçar-se sobre este assunto que para mim é de extrema importância. Todos os lugares que tenho investigado com pessoas com esta doença, são dos dois sexos, masculinos ou femininos e, são pessoas acima dos 50 anos, mas esta doença pode afectar qualquer pessoa de qualquer idade, desde que estejam muito tempo sobre a influência geopatica. Normalmente a zona afectada pela influência geopatica é a zona do plexo solar para cima. É de extrema importância as pessoas estarem atentas aos primeiros sinais, e quais são: pequenos esquecimentos, alteração de conduta, começarem a não conhecer a família. Se é certo que a perda de memória é uma característica natural do envelhecimento, mas, também é verdade que, a progressão da doença complica-se quando se está há vários anos, sobre stress geopatico, porque o stress geopatico, faz com que as células entrem em declínio e envelhecimento prematuro.

Deixo aqui uma opinião para os familiares destes doentes, falem com o vosso médico sem rodeios, sem medo, olhos nos olhos, sobre o stress geopatico, é importante fazerem um estudo geobiológico, antes de tomarem qualquer medicação. Toda a informação é importante, o estudo geobiológico pode significar uma melhoria muito acentuada do doente, dependendo muito do avançado estado da doença, de qualquer modo, é sempre conveniente retirarem a pessoa da influência geopatica. Não deixem de consultar o vosso médico, ele, saberá o tratamento que o doente necessita.

Aqui deixo uma informação sobre um tratamento natural, retirado de um livro de uma grande senhora, chamada Maria Treben.

Doença de Parkinson: Colocar num recipiente de Inox 1 litro de água a ferver, depois coloca duas colheres de sopa de flores de Aquilea noutro recipiente, coloca a água a ferver por cima da planta, deixa repousar alguns minutos e filtra. Faz um sumo das folhas do Trevo-azedo no liquidificador, depois filtra e guarda, depois para cada chávena de infusão de Aquilea coloca 3 gotas de sumo de trevo, toma 4 a 5 chávenas por dia. As gotas do Trevo-azedo devem ser diluídas em pelo menos três vezes a quantidade do líquido ou da infusão. Fazer fricções na coluna dorsal com o sumo fresco do Trevo azedo e do extracto de Aquilea, alternadamente.

Modo de preparação: Durante o dia aplicar sobre a parte posterior da cabeça, uma compressa impregnada com Bitter sueco (é um composto feito com álcool de cereais e ervas) ou produto Amargo sueco, com uma duração de 4 horas. Essas compressas não obrigam o doente a permanecer imóvel, ou deitado. Se além dos tremores, apresentar uma certa rigidez nos membros, cozer 200 gramas de tomilho e fazer banhos completos desta planta. A água do banho pode ser utilizada por mais três vezes, para isso terá que ser aquecida.

Fonte desta receita: livro de Maria Treben


José cariano

Geobiologo
wjjak@hotmail.com

sábado, 4 de janeiro de 2014

ANTIBIOTICO NATURAL



Guarda, 4 de Janeiro de 2014

EQUINACEA (Equinácea angustifólia e E. purpurea)

Familia: Compositas

Parte usada: flor ou raíz

Colheita: Para a Equinácea angustifólia: a raiz é colhida tanto na Primavera como no Outono. Para a Equinácea purpúrea: a flor é colhida depois das sementes amadurecerem no cone, mas, enquanto as pétalas das flores estiverem ainda presentes. Também se pode usar a raiz.

Acção: Estimulante da imunidade, anti-inflamatória, anti bacteriana, regularização celular.
Activa contra: Estafilococos dourados, estreptococos, mycobacterium (tuberculose), Células deficientes (torna-se necessário recorrer à aplicação directa).

Sobre a Equinácea
A Equinácea é impar no tratamento de três situações: Infecções uterinas anormais (papanicolaou), estreptococos na garganta e os muitos recentes surtos de gripes e constipações. É excepcionalmente útil noutras situações: como aditivo para os antibióticos em pó e em unguentos para uso externo em queimaduras, feridas e infecções da pele; como loção para mordeduras e picadas venenosas.
Infecções uterinas anormais: A equinácea pode corrigir facilmente uma displasia até ao estádio três. Quando entra em contacto com células que revelem características anormais, estas tendem a voltar ao normal relativamente depressa, desde que o tratamento decorra de forma rigorosa e consistente. Para esta situação concreta, nunca conheci nenhuma outra erva que apresentasse tão bons resultados.
Estreptococos da garganta: O contacto directo com o tecido do fundo da garganta de uma tintura de equinácea, misturada com a saliva, é um remédio certo para os estreptococos na garganta. A equinácea estimula activamente a saliva e adormece o tecido com que entra em contacto; torna-se ideal para esta situação ou face a qualquer outra infecção que provoque irritação ou inchaço na garganta. A sua aplicação torna-se eficaz se, mais uma vez, o tratamento for prosseguido de modo rigoroso e consistente. Em muitos dos casos em que se aplicou esta solução (incluindo um que envolveu um médico céptico) a garganta apresentava uma verdadeira cultura de estreptococos; geralmente, a cura dá-se no espaço de 24 horas.
Início de constipações e gripes: A equinácea deve ser usada logo no início de uma constipação ou gripe, quando se sente o primeiríssimo arrepio no corpo que assinala a aproximação dos sintomas. É nesta altura que se torna mais eficaz, mas, para alcançar resultados, deve ser tomada com frequência e em largas doses. Quando é tomada depois do aparecimento de todos os sintomas, verifiquei (em mais de dez anos de experiência clinica) que a equinácea não é eficaz, independentemente da sua provada capacidade para aumentar o número de glóbulos brancos no sangue. Normalmente, um tratamento agressivo nesta ponta da infecção resultará no impedimento da completa instalação tanto de constipações como da gripe, desde que o sistema imunitário se encontre relativamente saudável. Um sistema imunitário fraco, passado pouco tempo, deixará de poder evitar a doença, apesar de qualquer estímulo de que possa ser alvo (ver contra indicações).

Ferimentos externos: Devido à sua capacidade de corrigir as anormalidades dos tecidos, a equinácea é perfeita para esta aplicação; a experiência clinica a nível mundial revelou a sua eficácia nesta área. Quando aplicada em ferimentos externos, exerce um importante papel anti-inflamatório, antibacteriano e de normalização das células.

Picadas e mordeduras venenosas: É longa a história do sucesso da equinácea quando aplicada em picadas e mordeduras venenosas, desde as abelhas às de cobras cascavel ou escorpiões.
Infecções graves do sangue, (bacteremia): Apesar de não conhecer nenhum clinico moderno que tenha recorrido à equinácea para tratamento deste tão grave problema de saúde, médicos mais eclécticos e médicos botânicos que exerciam no início do século XX, usaram-na para este fim e, aparentemente, terão obtido êxito. A sua provada capacidade para estimular o número de glóbulos brancos do sangue parece incentivar o seu emprego em doses maciças neste estado de saúde.

Preparação e dosagem
A equinácea pode ser usada como tintura, chá, em pó, emplastros ou supositórios. Para fazer uma tintura, use flores frescas de equinácea purpúrea, uma parte de equinácea para cada duas de álcool a 95% (para a raiz seca da equinácea angustifólia, use 1 parte de equinácea para cada 5 partes de álcool a 70%.

Usos internos:

Dores de garganta: Uma pipeta cheia (30 gotas) de tintura com a frequência desejada, não menos que uma vez por hora e até os sintomas cessarem. Misture com a saliva e deixe escorrer lentamente sobre a área afectada ao longo da garganta.

Usos externos:

Picadas e mordeduras venenosas: Misture tintura de álcool em partes iguais de água e, lave abundantemente a área afectada durante 30 minutos.

Efeitos secundários e contra indicações
A equinácea é um estimulante. Em situações de exaustão da imunidade, poderá entravar o descanso necessário ou um estilo de vida mais saudável, o que poderá ter como resultado uma doença mais grave do que, por exemplo, se a constipação original tivesse podido progredir. A equinácea não deve ser usada se estiver a ficar muito enjoado e se a ela recorrer apenas para fins preventivos. Ainda raramente, após a toma de grandes doses durante períodos prolongados, poderão surgir dores nas articulações.

Fonte: Stephen Harrod Buhner

José Cariano
Geobiologo